segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Vai tirar onda, vai...

Estava no casamento da minha amiga e acabei ficando com um dos convidados. Gente, pense num cara gaaaaaato! Sonho de consumo de toda mulher (diria até que de todo homem também... hehehe). Sem contar que as “más”, digo, “boas línguas” me disseram que ele era tuuuudo bom! Bem, logo pensei que estava com o meu fim de noite garantido. Tadinha de mim... falsa ilusão!

Estávamos naquela pegação ferrenha. Tenho até vergonha, mas chegamos a tentar “algo” atrás do salão de festas, mas foi em vão... hahahaha... apareceu um cara que gritou e nos expulsou de lá. Saímos correndo. Eu, toda fina de vestido longo, tive que correr e, ao mesmo tempo, arrumar a minha veste... kkkkkk... foi hilário!

Lá pelas tantas, ele perguntou se eu não queria ir embora. Já deu pra captar a mensagem, né?! No caminho, deixamos algumas pessoas em casa. Eu jurava que iria ter uma noite inesquecível (se bem que ela não deixou de ser inesquecível). Acreditam que fomos parar na casa da avó do rapaz?! É, ele mora com a avó, daí, de repente, eis que me vi em frente uma casa. Ele desceu do carro e me convidou pra entrar. Eu fiquei surpresa! Detalhe: ele não é nenhum moleque, muito pelo contrário, já é bem grandinho. Diante de tal situação não me segurei e disse: “ei, não vamos entrar aí, né? Sua avó está em casa dormindo. Do jeito que eu estou tonta vou fazer barulho. Não vai ser nada legal sua avó acordar com esse tipo de barulho”.

Ele, meio sem graça (na verdade, não me lembro muito bem se ele estava tão sem graça assim), não recordo direito o que ele disse, mas foi algo do tipo “vamos ficar por aqui mesmo”. Enfim, como queria mesmo provar a carne do tal boy, me submeti a tal situação: rolou uma pegação (ou tentativa de) ali mesmo, no quintal da casa da vovó. O detalhe disso tudo é que eu perdi a compostura à toa: acreditam que o tal fodão brochou?! É, ele não deu conta. Eu, já irritadinha, tentei de todas as formas reanimar a criança, mas foi em vão. Diante de tamanho desânimo, ele me deixou em casa (agora sim me lembro que ele estava muito sem graça).


Só sei que alguns dias depois ele me ligou, quis combinar aquela saidinha, que vocês sabem muito bem qual é a finalidade, mas nunca dava certo. Daí, rolou uma festa que eu sabia que ele estaria lá. O filho da puta quando me viu foi super frio, me tratou como uma amiguinha, disse que estava sem carro e já foi logo garantindo uma carona. Ah, ele também demonstrou preocupação ao perguntar quem estava dirigindo, pois eu estava bebendo. Então, ele se ofereceu pra levar o carro. Oh, um verdadeiro lord! Com muita ironia, eu disse que era só me ligar na hora que ele quisesse ir embora.

Coitado. Quando ele me ligou, eu já estava a caminho de casa com outra pessoa... queridinho fodão: beijo, não liga!

OBS: a história não acabou aí! Rolou outra festa que eu sabia que ele estaria lá. Daí, me deu a louca e eu mandei uma mensagem do tipo “cadê vc? Quero te beijar” para o boy. Ele não respondeu, mas logo o vi com uma moça. O cúmulo da solidão (é ele deve ter pensando isso) foi quando a festa acabou, ele me viu no carro: estava uma amiga e eu - coberta com a blusa de frio dela a espera do engarrafamento diminuir. Que vergonha.... ele ainda me ligou durante a semana, até sorrimos dessa situação, mas não passou disso. Ele quis marcar algo, mas cá entre nós: ele já não tem tanta credibilidade assim, né?! Tá na cara que o interesse dele é provar a virilidade!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Espelho, espelho meu...

Estava em um show com duas amigas: uma já estava acompanhada, a outra estava solteira. Depois que o show acabou, começou a tocar aqueles pagodezinhos que se dança acompanhado. Eu e e minha amiga resolvemos dar uma volta pra ver como estava a movimentação. De repente, avistamos dois rapazes que também estavam desacompanhados. Então, começamos a dançar, cada um com seu par.

O cara que eu dancei era muuuuuuuuuuy belo! Era alto e tinha um corpo muito bonito, do jeito que eu gosto! Mas como nada pode ser perfeito, durante a dança, ele começou a me girar feito um louco, dançava esquisito mesmo. Minha amiga - que já estava muito íntima do amigo do cara - sorria tanto que, segundo ela, mal conseguia beijar... hahahaha... o pior é que o clímax deste causo ainda está por vir...

Do nada, ele pegou a minha mão, passou no corpo dele e disse:

ELE: Sente, sente a massa!
EU: Hã?! Que massa?! (disse sem entender bem a situação...)
ELE: Sente, sente o corpo que você vai ter mais tarde!

Detalhe, ele dizia isso segurando a minha mão e passando no tórax super definido... kkkkkkk... Pô, se você tem um corpo másculo, tudo bem. Mas tomemos cuidado com o pecado capital da vaidade, minha gente! Mulher vaidosa demais já é chato, imagina um homem com um egocentrismo desse?! Aff... esse deve passar horas e horas se admirando em frente ao espelho... Oh bonitão com síndrome de bruxa da Branca de Neve, beijo, não liga!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O inesquecível

O que você faria, sentiria ou pensaria se algum dia um cara que você teve um caso, daqueles que duram apenas uma noite, te encontrasse pela segunda vez e falasse logo de cara: "e aí, vamos transar?!". É, isso aconteceu comigo!

Nunca me arrependi de ter relação com alguém na primeira noite. Acho que se quero, vou fazer charminho pra quê?! Não há necessidade! Porém, infelizmente, ainda existem homens primatas (e implicitamente machistas) que na hora do "vamo ver" são o máximo, super mentes abertas, mas na hora de ser homem mesmo, de agir como tal, não passam de um blefe!

É melhor eu contar logo o causo: rolou uma festinha estilo "private" na casa de uma amiga. Lá, todo mundo se conhecia, com exceção de um boy que não fazia parte do grupo. Vou chamá-lo aqui de "Eusébio". Então, Eusébio era amigo de um amigo. Conversamos um pouco, dançamos e ficamos. É, foi tudo muito rápido... realmente, a química (se é que ela existe mesmo) foi muuuuuuito forte. Algumas horas se passaram, fomos para o quarto. Bem, não precisamos entrar nos detalhes, né?!

No dia seguinte, ficamos também. Na hora de ir embora, não pediu meu telefone. Normal, nem me importei com isso. Afinal, ficamos alí, pronto e acabou. O que vier é lucro!
Alguns dias depois, parte dessa galera se encontrou em um show. Eusébio estava lá. Nos cumprimentamos normalmente (beijinho no rosto). Fiquei com um carinha que também era amigo dessa galera (Brasília realmente é um ovo de codorna). O carinha usou aquela velha desculpa: "vou ali buscar uma cerveja e já volto!". Aham, ok... como sou macaca velha, nem esquentei a cabeça.

Eusébio não estava na nossa rodinha (nem poderia). Quando ele chegou, conversamos um pouco, questão de 2 minutos, e ele me disse: "e aí, vamos transar?!". Opaaaaaaaaaaaa, para o mundo que eu quero descer!!! Perguntei o que ele disse. O boy, por sua vez, repetiu a bela frase e foi me puxando para os "becos" no lugar...

EU: você acha mesmo que eu vou transar com você?!
ELE: oxe, porque não?!
EU: primeiro, não estou afim. Segundo, você acha que é assim?! Olha pra mim e a primeira coisa que fala é "e aí, vamos transar?!".
ELE: acho, da primeira vez foi assim...

Noooossaaaaaaaaaaaaa, como eu fiquei emputecida com a resposta dele!!! Ele ainda tentou consertar, puxou um papo sem pé nem cabeça e soltou: "e aí, vamos para o motel?!". Hahahaha... agora melhorou muito! Eu respondi que não iria a lugar nenhum e voltei para onde estávamos. Ele disse que se eu voltasse, perderia a chance... hahahaha... bela chance, hein?!
Enfim, esse é o meu causo. Ele realmente é INESQUECÍVEL, pois foi o primeiro homem que fez me sentir arrependida por ter feito sexo (fiquei com nojo, saca?!). Na boa, esse não merece nem um "beijo, não liga!"...

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Dia dos Namorados infeliz...

No último dia dos namorados, eu estava solteira e meio deprê. Não sei o motivo desse dia mexer tanto com as mulheres (em especial comigo que, há pelo menos 5 anos, não passava essa data sozinha).

Bem, o dia foi passando e nada de aparecer alguém (nem mesmo algum peguete pra fazer as honras do dia). Enfim, resolvi que não ficaria em casa curtindo fossa. Decidi procurar as raríssimas amigas que estavam disponíveis nesse dia e fomos curtir.

Fomos a uma festa para solteiros (claro, porque quem tem seu cobertor de orelha não iria sair naquele frio, né?!). Lá, entre um milhão de pessoas, eis que me deparei com o motivo de toda minha frustração: o meu EX. Gente, ninguém merece! Então, decidi que não podia ficar ali. Acabou que minhas amigas encontraram alguns amigos e fomos para outra festa.

Na outra festinha estava tudo ótimo, apesar da maioria das pessoas serem mulheres, afff... daí, minhas amigas e eu decidimos beber vodka com energético. Nossa, bebi demais!! De repente, me vi sem noção, dançando muito, beijando muito e conversando com um promoter da festa (aliás, foi ele quem nos colocou lá dentro). Papo vai, papo vem, nós ficamos.
Como estávamos na mesma galera, ele foi dirigindo o carro da minha amiga. Beijo vai...beijo vem... ele me convidou pra ficar na casa dele. Eu, totalmente louca dentro da roupa, resolvi ficar. Quando estávamos tomando banho, ele me disse que tinha uma tara. Então, perguntou se eu podia realizar. Respondi que dependia do que era. Aí, ele pediu pra me depilar toda. Detalhe: eu não estava cabeluda, não, viu?!?! Tinha me depilado naquela mesma tarde!!!

Como quem tá na chuva é pra se molhar, disse "sim". Então, me deparei com uma pessoa super, hiper, meeega excitada por estar me depilando, acreditam?! Pois é, nem eu estava acreditando... hehehe... mas, enfim, depois disso rolou um sexo hiper animal, diria que sensacional!

Pegamos no sono. Quando acordei, com o sol na minha cara, levei o maior susto, já eram 8 da matina. Aí, veio o problema: o carro do garoto ficou na casa do amigo dele, eu estava de carona com uma amiga. Detalhe: tanto minhas coisas, quanto as dele (carteira, dinheiro etc.) ficaram no carro da minha amiga. FUDEU!!! Como eu iria embora? Estava sem dinheiro, sem carro. Para completar, a minha amiga não atendia o telefone, o amigo dele muito menos. Ai, só de lembrar já me dá dor de barriga! Mas, graças a Deus, depois de muito desespero, consegui falar com uma das minhas amigas, que me buscou na casa do garoto. Na hora da despedida, ele pediu meu telefone. Aí, eu disse: “PRA QUÊ?! BEIJO, NÃO ME LIGA NUNCA, DE PREFERÊNCIA!”.

Nota de esclarecimento

Ei,

galera que acompanha o “Beijo, não liga!”. Que saudade!!!!

Bem, primeiramente, gostaríamos de pedir miiiiiiil desculpas por nossa falta. Nos últimos meses muita coisa aconteceu em nossas vidas, por isso, tivemos que ficar ausentes por um período. Claro que isso não justifica, mas, realmente, essa questão do tempo estava muy complicado pra gente. Confessamos que sentimos muuuuuita falta desse espaço, mas, a partir de agora, estamos totalmente na ativa...hehehehe...

Voltando a criar o hábito em nossas (os) queridas (os) leitoras (es), os causos do “Beijo, não liga” serão publicados toda segunda-feira. É, segunda é dia de história nova em nosso blog. \o/

Continue nos acompanhando. Participe! Comente! Coloque a boca na botija... hehehehe... E não se esqueça de nos enviar (beijonaoliga@gmail.com) aquela sua história, ou o causo daquela sua amiga ou da amiga da sua amiga.... enfim, sua participação é IMPRESCINDÍVEL!

Beijo das blogueiras ;*

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Cadê a bolinha que estava aqui? O gato não comeu....

Sempre gostei de apetrechos sexuais, acho que eles funcionam com um plus em qualquer relacionamento. Certo dia, conheci uma bolinha que a mulher coloca na “dita cuja”. Daí, na hora da penetração, o homem a estoura, fazendo com que saia um óleo que aquecerá a região genital do homem e da mulher, o que resulta em um aumento do prazer (se é que vocês me entendem). Já usei a tal bolinha algumas vezes, deu tudo certo. Porém, certa vez o resultado não foi lá muito interessante... hehehe

Minhas amigas e eu resolvemos sair, fomos a um desses pub’s que tem em Brasília. No rolar da madrugada, acabei ficando com um mineirinho. O boy estava na cidade com o pessoal da faculdade, sei lá, na verdade, não me lembro direito. Enfim, enquanto eu estava com ele, uma amiga ficava com o amigo dele. Lá pelas tantas, resolvemos ir embora. Não sei o que se passou na nossa cabeça, principalmente na minha, que convidamos os garotos para dormir na minha casa.

Eles toparam na hora, claro! Chamaram o táxi e nos seguiram. Chegando lá em casa, cada um foi para o seu canto. No meu quarto, o clima já estava bem quente quando resolvi esquentar mais ainda o negócio: peguei uma dessas bolinhas. Pra quê?! Afff... Beijo vai, beijo vem, daí, na hora da penetração, o garoto disse que estava sem camisinha. Ah, a casa caiu! Eu fiquei sem saber o que fazer. Perguntei por que ele não me falou isso antes de eu colocar a bolinha lá dentro. Ele disse que não pensou que eu não faria pelo fato de ele não ter camisinha. Eu, emputecida, disse que, realmente, não rolaria nada sem camisinha. Resultado: conversamos o resto da noite. Não rolou nada mesmo! Detalhe: o descarado ainda teve a audácia de me falar que namorava há quatro anos e, pra completar a noite, me mostrou a foto da namorada. E a bolinha?! Ah, depois de muuuuito papo, a bolinha estourou, eu só senti o óleo dela escorrer... Mineirinho, beijo, não liga!

terça-feira, 2 de junho de 2009

Tô esperando até agora - parte 3

O paródico deste causo não é o mesmo dos anteriores, mas a protagonista é a mesma...

Em um sábado qualquer, fui a um show de música sertaneja com algumas amigas para comemorar o meu aniversário. Visando a praticidade (e o medo de levar uma multa por conta da lei seca) resolvemos alugar uma van. Para completar o número de pessoas, uma amiga convidou outros amigos. Entre os desconhecidos, está o protagonista deste causo.

No caminho, nós não nos comunicamos. Na verdade, nem me lembro muito bem dele enquanto estávamos na van...hehehe... É, podia ter ficado assim até o fim da noite, assim eu não precisaria ter passado por tal situação. Voltando... parte do grupo foi para um lado, mas eu e as comparsas resolvemos ficar no outro grupo. Lá pelas tantas, nem sei direito como tudo começou, só sei que pintou aquele clima entre o boy e eu.

Ele não era lá muito comunicativo. Papeamos um pouquinho, dançamos um forrózinho, daí, rolou aquele clima e ficamos enquanto dançávamos. Ficamos o resto do show juntos. Na volta, pediu meu telefone. Mas, pra variar, não me ligou.

Na segunda, fui a um show naquele mesmo local. Gente, acredita que acabamos nos encontrando?! Foi lindo! Porém, como nada pode ser perfeito na minha vida, não ficamos juntos.

Eu tinha que ficar com o pessoal que foi comigo. O boy também. Acredito que se ele quisesse messsssmo ter ficado comigo, ficaria e, depois, ligaria para um amigo. Sei lá! Quem quer mesmo faz alguma coisa! Enfim, ele veio ao meu encontro. Me beijou. Confesso que ele pareceu bastante empolgado por ter me visto, afinal, ele foi falar comigo. Daí, nos despedimos e combinamos, de maneira muito superficial, nos encontrarmos mais tarde no mesmo local que ficamos no sábado. Acabou que não nos encontramos. Mandei uma mensagem perguntando onde ele estava. Só que quando ele me respondeu, eu já estava a caminho do carro, ou seja, já era!

Na quarta daquela semana, bateu uma estranha vontade de falar com o boy. Ah, detalhe que a tal amiga em comum estava botando aquela pilha. Enfim, acho que foi esse comentário dela que me incentivou a mandar um SMS para o paródico. Escrevi: “Só passando para desejar um beijo de boa noite”. Ele, prontamente, respondeu: “Hum... outro beijo para vc. Vc tem MSN?”. Para minha sorte, na hora de responder os meus créditos acabaram... hahaha... pense num desespero! No outro dia, às 7h da manhã, adquiri um cartão e respondi ao boy: “Ontem qndo vc me respondeu, eu já estava dormindo... hehehe... meu MSN é...” Até agora estou esperando o rapaz me adicionar...

Pô, se ele não queria contatos futuros, por que pediu o meu MSN, né?! Por que paródicos costumam dar esperança às mulheres?! Queria tanto entender isso...